sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Sesi e Federação de Atletismo selecionam corredores para representar MT na Corrida de São Silvestre

As inscrições já estão abertas para a seletiva, que ocorrerá no dia 30 de novembro, em Cuiabá

Considerada uma das atividades físicas mais antigas da humanidade, sem contra-indicação e acessível a pessoas de qualquer faixa etária, a corrida possui inúmeros benefícios que melhoram a saúde e qualidade de vida de seus praticantes. Para incentivar o esporte entre trabalhadores da indústria e comunidade, o Serviço Social da Indústria (Sesi-MT) e a Federação de Atletismo de Mato Grosso promovem o ‘Sesi Corrida de Rua’ e a ‘Seletiva Estadual de Corrida de Rua’, no dia 30 de novembro, a partir das 8h, em Cuiabá.

Além de reunir os melhores corredores do Estado, a iniciativa definirá os representantes de Mato Grosso na 84ª Corrida Internacional de São Silvestre, no dia 31 de dezembro deste ano. No total, serão classificados seis corredores, sendo quatro da indústria e dois da comunidade, masculino e feminino. Todas as despesas com passagem aérea, hospedagem e alimentação dos trabalhadores da indústria selecionados para a São Silvestre serão custeadas pelo Sesi.

O percurso total da prova terá 15 km , com saída do Sesiclube Várzea Grande, no bairro Cristo Rei, e chegada no Sesipark, no bairro Morada do Ouro, em Cuiabá. A competição será dividida nas categorias Industriário e Comunidade, Masculino e Feminino (por faixa etária), Deficiente Físico, Deficiente Visual e Cadeirante.

Para o superintendente do Sesi-MT, Luiz Augusto Moreira da Silva, o ‘Sesi Corrida de Rua’ irá fomentar a prática do esporte em Mato Grosso. “Esta é a oportunidade para que os trabalhadores da indústria e a comunidade comecem a ter uma vida mais ativa e tenham a chance de representar o Estado na maior corrida de rua do país, com todas as despesas pagas”, avalia.

PREMIAÇÃO – Os cinco primeiros colocados na classificação geral masculino e feminino serão premiados com troféu, medalha e uma quantia em dinheiro. A classificação por categoria (Industriário e Comunidade) masculino e feminino em sua respectiva faixa etária, (Deficiente Físico, Deficiente Visual e Cadeirante), premiará os dois primeiros colocados com medalha e dinheiro. Segundo a organização do evento, são esperadas cerca de 300 pessoas.

Podem participar da corrida pessoas acima de 18 anos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 28 de novembro, nas unidades de lazer do Sesi em Cuiabá, Várzea Grande , Rondonópolis, Cáceres e Sinop, e na sede da Federação de Atletismo de Mato Grosso. O evento conta com o apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, Secretaria Municipal de Esporte e Cidadania e Universidade Federal de Mato Grosso. Mais informações pelos telefones (65) 3685-2077 e (65) 3615-8840 ou pelos sites www.sesimt.com.br e www.famt.com.br.

Cuiabá, 14 de novembro de 2008.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Governador Blairo Maggi emitiu alerta aos prefeitos do interior do Estado

Secom/MT
Diante do cenário mundial da crise econômica e já prevendo reflexos negativos para Mato Grosso, o governador Blairo Maggi emitiu alerta aos prefeitos do interior do Estado sobre as novas regras que passarão a vigorar no mercado e o impacto econômico que poderá afetar a administração pública como também a agricultura Mesmo sem prever estimativas de valores, o governador afirmou hoje pela manhã, durante o Encontro de Gestores Municipais, no Centro de Eventos do Pantanal, que o momento é de cautela, principalmente porque o Estado poderá ser afetado em 2010, caso os mercados persistam na ausência de crédito, o que poderia impedir o dinheiro de chegar “para irrigar” não somente o setor da agricultura como o da pecuária. “Não sabemos ainda por quanto tempo ela [crise] persistir e quanto tempo vai demorar para ser restabelecida. E se a economia do próximo ano não voltar à normalidade, a de 2010 estará completamente comprometida e não teremos recursos para produtores, com certeza”, avaliou Maggi.
O bom uso do dinheiro público foi à tônica do discurso de Blairo Maggi que já determinou o enxugamento urgente dos gastos públicos em pelo menos 20%, além de manter o contingenciamento nas despesas. ConvêniosNa ocasião, o governador Blairo Maggi, o superintendente regional da Caixa Econômica Federal (CEF), Ivo Zecchin, e prefeitos de 32 cidades assinaram o convênio que prevê o investimento de mais de 22 milhões para a construção de 2.372 casas no interior.res, com certeza”, avaliou Maggi.

Governador Blairo Maggi dribla especulações e admite disputar vaga ao Senado em 2010


Após diversas especulações sobre o destino do governador Blairo Maggi, se daria ou não continuidade a sua trajetória política ou se voltaria para a iniciativa privada, ele bate o martelo e avisa que deixa o cargo em abril de 2010 para disputar uma das duas vagas ao Senado Federal. A confirmação, que já há algum tempo o 'Tribuna da Cidade' vem noticiando, foi dada pelo próprio governador durante assinatura de convênio para a construção de casas populares em várias cidades de Mato Grosso, na manhã desta sexta-feira no Centro de Eventos do Pantanal. “Sou candidato sim ao Senado. O PR já está se articulando no sentido de montar uma chapa forte para o pleito de 2010. Queremos fazer o novo governador e junto com um arco de aliança forte fazermos a maioria da Câmara Federal e na Assembléia Legislativa”, justificou o governador, que com está decisão mostra que não pretende deixar a vida pública para retornar ao comando total de suas empresas. “Ainda tenho muito a servir ao meu Estado”, sinaliza. O governador Blairo Maggi explicou que o PR está mobilizado e preparando um amplo projeto para a eleição de 2010. Ele entende que houve erros e falhas de condução nas eleições municipais e que, diante disso, é preciso trabalhar com mais ênfase e determinação que estes erros não voltem a acontecer. O próprio presidente do partido, Moisés Sachetti, vem admitindo que as lideranças estão se mobilizando e discutindo uma chapa para 2010. Na entrevista Sachetti admitiu que pode sair candidato a deputado federal, mas foi claro ao ressaltar que o mais importante agora é pregar a união do partido e não aceitar mais “desejos pessoais” de alguns candidatos. “Falhamos na eleição municipal por uma falta de união. Isso não vai acontecer mais”, disse o dirigente partidário na reportagem. Se lançando candidato ao Senado Federal, Maggi disse que o momento é de trabalhar muito pelo Estado, superar a crise financeira mundial. Ele aproveitou para dar um alerta a todos os postulantes da cargos eletivos dentro do PR. “Quem quer ser candidato tem de trabalhar de dentro para fora como vem fazendo os candidatos ao governo do Estado Luiz Antônio Pagot e o deputado estadual Sergio Ricardo, presidente da Assembléia Legislativa”.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Governo anuncia investimento de R$ 7,9 milhões nas reservas ambientais da Amazônia


Sabrina CraideDa Agência BrasilEm Brasília (DF)
O ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) vai abrir concorrência para a contratação de planos de manejo para 49 unidades de conservação do país até o fim do ano. Para isso, o instituto terá disponíveis R$ 7,9 milhões, que virão do Arpa (Programa Áreas Protegidas da Amazônia), do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e do Orçamento da União.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, diz que o objetivo é fazer mais de 100 planos nos próximos três anos
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Liberação do Fundo Amazônia será condicionada à redução do desmatamento, diz MincO ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, diz que o objetivo é fazer mais de 100 planos nos próximos três anos. "Isso é mais do que já foi feito desde a década de 70", disse. Segundo ele, a elaboração dos planos de manejo poderá contribuir para diminuir o desmatamento nas unidades de conservação ambiental."Se 20% do desmatamento acontecia em unidades de conservação e reservas indígenas, com plano de manejo, gestor e fiscal, esse desmatamento tem que cair próximo de zero. Isso é inadmissível", afirma. Segundo ele, a região Amazônica é a que tem o maior déficit de planos de manejo, porque é onde estão as unidades de conservação mais recentes.O plano de manejo é um documento técnico que estabelece o zoneamento, as normas de uso da área e a utilização dos recursos naturais. Ele também faz um levantamento da fauna e da flora existentes no local, diz quais áreas precisam ser conservadas e quais podem ter trabalhos de extrativismo ou ecoturismo.Dos 49 planos previstos para este ano, sete serão feitos diretamente pelo ICMBio e os demais serão licitados por meio de editais e posteriormente geridos por universidades e fundações cadastradas, que farão o manejo das unidades com base em instruções técnicas. Minc garante que tanto a elaboração quanto a implementação dos planos serão acompanhadas de perto pelo ministério.Minc explicou que a agilização da elaboração dos planos é uma resposta à situação apontada por ele há quatro meses, que mostrou que, das 299 unidades de conservação do país, 82 não tinham gestores responsáveis, 173 não contavam com fiscais e 53 não seguiam os planos de manejo. Segundo ele, o problema dos gestores já foi resolvido, 50 fiscais já estão atuando e outros 180 estão finalizando cursos de treinamento.

Acusado de matar freira tenta negociar área de crime



O lote 55, segundo o coordenador do Incra na região, Ulaí Batista Nogueira, pertence à União
Carlos Mendes - de O Estado de S.Paulo
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BELÉM - O fazendeiro Regivaldo Galvão, o Taradão, acusado de ser o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, em fevereiro de 2005, em Anapu, no sudoeste do Pará, formalizou ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) uma proposta de troca de uma área de 2,5 mil hectares floresta, que ele diz ser de sua propriedade, por 500 hectares de pasto de parte do lote 55 da Gleba Bacajá, onde a freira foi morta.

O lote 55, segundo o coordenador do Incra na região, Ulaí Batista Nogueira, pertence à União e não pode ser negociado porque está sob litígio judicial. O procurador da República, Felício Pontes Júnior, anunciou que pedirá à Polícia Federal a abertura de inquérito para apurar o caso, afirmando ser ilegal a negociação de terra pública. "Quem faz isso tem que ir para a cadeia", ataca o procurador.

A proposta de Galvão, feita no dia 28 de outubro passado, durante reunião na sede do Incra de Altamira e cuja cópia da ata foi obtida pelo Estado, poderá provocar uma reviravolta no crime, porque o fazendeiro, único dos cinco acusados que até agora não foi julgado, sempre alegou não ter motivo para mandar matar Dorothy em razão de não ter qualquer interesse pela área que agora pretende negociar. Chegou a declarar que uma parte desse lote havia vendido para Vitalmiro de Bastos Moura, condenado na primeira vez, mas absolvido no segundo julgamento como acusado do crime.

As freiras Rebeca Spires e Julia Depweg, que durante trinta anos trabalharam com Dorothy na Amazônia, dizem não ter dúvida de que o comportamento agora revelado pelo fazendeiro demonstra que ele sempre manteve o controle do lote, tendo, portanto, "motivos para encomendar o assassinato da missionária". Para ambas, Dorothy "incomodava muito" os fazendeiros da região por vir constantemente denunciando a devastação de terras públicas, grilagem de terra e extração ilegal de madeira.

Galvão rebate que a terra seja pública ou que a tenha grilado. "Fiz benfeitorias nessa área e tenho como provar", diz o fazendeiro, informando alimentar uma "idéia antiga" de construir escolas e posto médico no local em benefício da comunidade. Hoje, na Gleba Bacajá, está sendo implantado, três anos depois de sua morte, o projeto de desenvolvimento sustentável (PDS) defendido por Dorothy Stang como modelo ideal de reforma agrária na Amazônia.

Acusado de matar freira tenta negociar área de crime
O lote 55, segundo o coordenador do Incra na região, Ulaí Batista Nogueira, pertence à União
Carlos Mendes - de O Estado de S.Paulo
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BELÉM - O fazendeiro Regivaldo Galvão, o Taradão, acusado de ser o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, em fevereiro de 2005, em Anapu, no sudoeste do Pará, formalizou ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) uma proposta de troca de uma área de 2,5 mil hectares floresta, que ele diz ser de sua propriedade, por 500 hectares de pasto de parte do lote 55 da Gleba Bacajá, onde a freira foi morta.

O lote 55, segundo o coordenador do Incra na região, Ulaí Batista Nogueira, pertence à União e não pode ser negociado porque está sob litígio judicial. O procurador da República, Felício Pontes Júnior, anunciou que pedirá à Polícia Federal a abertura de inquérito para apurar o caso, afirmando ser ilegal a negociação de terra pública. "Quem faz isso tem que ir para a cadeia", ataca o procurador.

A proposta de Galvão, feita no dia 28 de outubro passado, durante reunião na sede do Incra de Altamira e cuja cópia da ata foi obtida pelo Estado, poderá provocar uma reviravolta no crime, porque o fazendeiro, único dos cinco acusados que até agora não foi julgado, sempre alegou não ter motivo para mandar matar Dorothy em razão de não ter qualquer interesse pela área que agora pretende negociar. Chegou a declarar que uma parte desse lote havia vendido para Vitalmiro de Bastos Moura, condenado na primeira vez, mas absolvido no segundo julgamento como acusado do crime.

As freiras Rebeca Spires e Julia Depweg, que durante trinta anos trabalharam com Dorothy na Amazônia, dizem não ter dúvida de que o comportamento agora revelado pelo fazendeiro demonstra que ele sempre manteve o controle do lote, tendo, portanto, "motivos para encomendar o assassinato da missionária". Para ambas, Dorothy "incomodava muito" os fazendeiros da região por vir constantemente denunciando a devastação de terras públicas, grilagem de terra e extração ilegal de madeira.

Galvão rebate que a terra seja pública ou que a tenha grilado. "Fiz benfeitorias nessa área e tenho como provar", diz o fazendeiro, informando alimentar uma "idéia antiga" de construir escolas e posto médico no local em benefício da comunidade. Hoje, na Gleba Bacajá, está sendo implantado, três anos depois de sua morte, o projeto de desenvolvimento sustentável (PDS) defendido por Dorothy Stang como modelo ideal de reforma agrária na Amazônia.

STF confirma perda de mandato por infidelidade partidária



Apenas dois ministros do Supremo foram contra a resolução baixada pelo TSE em março do ano passado
MARIANGELA GALLUCCI - Agencia Estado
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Dida Sampaio/AE
Ministros durante o julgamento no STFBRASÍLIA - Nove ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram que é válida a resolução do Tribunal Superior Eleitoral que determina a perda de mandato por infidelidade partidária.

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Sessões polêmicas que passaram pelo STF

Apenas dois ministros foram contrários à resolução. O ministro Marco Aurélio Mello deu voto contrário, argumentando que, ao baixar a resolução, o TSE assumiu um papel que seria do Supremo Tribunal Federal, que é baixar ato quando há omissão legislativa. Também foi voto contrário o ministro Eros Grau .

Votaram a favor da resolução os ministros Joaquim Barbosa (relator das ações), Carlos Alberto Meneses Direito, Carmen Lucia, Ricardo Lewandowski, Ellen Gracie e Carlos Ayres Brito, Cesar Peluso, Celso de Mello e Gilmar Mendes.

"Fica declara a constitucionalidade plena da resolução do TSE por 9 votos a 2" proclamou Gilmar Mendes, encerrando o julgamento.

Polícia faz operação no Complexo Pavão-Pavãozinho-Cantagalo


RIO - Quatro traficantes morreram e quatro foram presos (três deles feridos), durante operação da Polícia Civil no Morro Pavão/Pavãozinho, na manhã desta quarta-feira, em Copacabana. Três policiais também saíram feridos por estilhaços de granada. O auge do confronto aconteceu por volta de meio-dia e meia no escritório da empreiteira que realiza as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que fica no terreno de uma igreja Ortodoxa, na Ladeira Saint Roman. Dois helicópteros Águia da Polícia Civil sobrevoaram o morro. Houve pânico e os tiros foram ouvidos nas proximidades do Hospital de Ipanema, na Rua Antônio Parreiras, em Ipanema, e em Copacabana. Essa é a quinta vez que obras do PAC no Pavão/Pavãozinho são paralisadas devido à troca de tiros entre traficantes e policiais.
Por volta de meio-dia, quando o delegado titular da Delegacia Especial de Apoio ao Turista (Deat), Fernando Veloso, já dava como praticamente encerrada a operação, policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), que também auxiliaram na operação, receberam informações de que traficantes se esconderam no escritório do PAC. O escritório foi cercado e o tiroteio durou mais de 20 minutos. O objetivo da operação era cumprir mandados de prisão contra traficantes e contra um funcionário das obras da PAC que estaria desviando material de construção para erguer casas de traficantes

Bispos católicos advertem Obama sobre "lei maligna" do aborto



da France Presse, em Washington
Bispos católicos americanos advertiram nesta quarta-feira o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, contra a promulgação de uma "lei maligna" para legalizar a "indústria do aborto".
A lei sobre a liberdade de escolha (conhecida como Foca, em inglês), se for aprovada como está apresentada no Congresso, "privaria o povo dos 50 Estados americanos da liberdade de aprovar restrições ou regras para limitar a indústria do aborto", afirmaram os bispos durante sua reunião anual em Baltimore (Maryland).
Condenando o aborto como "um procedimento médico que mata", os bispos advertiram que se a Foca for aprovada, "a unidade desejada pelo presidente eleito (Obama) e por todos os americanos neste momento de crise será impossível".
Em 22 de janeiro de 1973, no processo "Roe contra Wade", a Justiça determinou que o direito à vida privada permite interromper uma gravidez até um determinado período de gestação.
De acordo com pesquisa realizada em maio passado pelo instituto Gallup, 50% dos americanos são a favor da livre escolha sobre o abordo, contra 40% que rejeitam a prática.
Durante sua campanha, Obama defendeu a "importância do direito da mulher de decidir" sobre o aborto ou não.

Governo, Caixa e Prefeituras assinam convênio para construção de casas em 32 municípios

12/11/2008 às 20:31Atualizada em 20/05/2006 às 20:51-->
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infra-estrutura, nesta quinta-feira (13), às 10 horas, no Auditório das Borboletas do Centro de Eventos do Pantanal, assina junto à Caixa Econômica Federal (CEF) e mais 32 municípios, o repasse de R$ 22.020.966,53 milhões destinados pela União à Mato Grosso, para a construção de 2.372 mil unidades habitacionais. Ao todo serão investidos R$ 24.392.966,53 na construção dessas casas. O Governo do Estado subsidiará o montante de R$ 2.372.000,00. As moradias populares fazem parte estadual de habitação ‘Meu Lar’, e serão construídas na modalidade “Tô Feliz” (sancionada pela resolução 518 do Governo Federal). A verba para a construção das casas foi requerida pelo secretário de Infra-estrutura, Vilceu Marcheti, durante recente visita a Mato Grosso, do vice-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Carlos Borges. O encontro rendeu frutos até mesmo antes do esperado para o Estado, já que a liberação ocorreu menos de um mês após a vinda do vice-presidente. Além dos prefeitos, cujas cidades serão beneficiadas pelas moradias, estará presente no ato de assinatura o Governador Blairo Maggi, o secretário de Estado de Infra-estrutura, Vilceu Marcheti, e o superintendente da CEF em Mato Grosso, Ivo Carlos. Saiba como funciona o “Tô Feliz” Cada unidade habitacional construída pelo projeto “Tô Feliz” é financiada pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e pelo Governo do Estado. As casas construídas na modalidade possuem 24 metros quadrados e acabamento mínimo. A edificação é dividida em quarto, copa, cozinha e banheiro. Essas residências serão doadas às famílias que possuem renda inferior a dois salários mínimos e a seleção dos futuros moradores é responsabilidade da Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), que une esforços com as Prefeituras e sociedades civis organizadas para realizar a escolha. O recurso estadual tem origem no Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), que destina até 30% de sua arrecadação para construção de casas populares e 70% para a melhoria da malha viária estadual. O imposto é cobrado sobre a venda de óleo diesel e transporte de produtos agropecuários como a soja, algodão, madeira e gado em pé. Os Municípios beneficiados serão: Apiacás 50 casas Araputanga 50 casas Aripuanã 99 casas Brasnorte 50 casas Campo Novo do Parecis 43 casas Canarana 98 casas Claudia 50 casas Colíder 50 casas Itanhangá 99 casas Juína 100 casas Nortelândia 64 casas Nova mutum 100 casas Nova santa helena 50 casas Nova Ubiratã 107 casas Novo são Joaquim 70 casas Paranaíta 99 casas Paranatinga 50 casas Planalto da Serra 99 casas Pontal do Araguaia 40 casas Nova Marilandia 80 casas Alta Floresta 60 casas Rondonópolis 105 casas Santa Carmem 50 casas Santa Terezinha 30 casas Santa Terezinha 24 casas Tabaporã 83 casas Torixoréu 99 casas Vale de São Domingos 50 casas Vila Bela da Santíssima Trindade 95 casas Vila Rica 200 casas Carlinda 60 casas Curvelnadia 50 casas Várzea Grande18 casas

TRE mantém decisão que multou prefeito de Cuiabá por propaganda extemporânea


11/11/2008 às 21:45Atualizada em 20/05/2006 às 20:51-->
Por maioria, de quatro votos a dois, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso manteve, em sessão plenária desta terça-feira (11), a pena de multa no valor mínimo de R$ 21.282 mil aplicada ao prefeito reeleito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), por propaganda eleitoral extemporânea. Acompanhando o voto da juíza relatora, Adverci Rates Mendes de Abreu, o Pleno manteve a decisão da juíza da 1ª Zona Eleitoral da capital, Maria Aparecida Ribeiro, que julgou procedente a representação aviada pelo Ministério Público Eleitoral e que resultou em multa para o prefeito. De acordo com a ação ministerial o Wilson Santos realizou propaganda eleitoral antecipada por meio de publicações de matérias em página de internet, no endereço eletrônico, www.wilsonsantos.com.br. DEFERIDOS – Ainda em sessão, o Tribunal deferiu por unanimidade de voto o pedido de horário gratuito no rádio e na televisão, para inserções partidárias a serem veiculadas em 2009, requeridos pelo PSDB e PPS. A decisão acompanhou o voto do juiz relator Alexandre Elias Filho e parecer ministerial pelo deferimento do pedido.

Bancada define priorizar manutenção

Auro Ida Da Redação
A bancada federal de Mato Grosso definiu ontem como prioridade a manutenção de R$ 270 milhões no Orçamento da União de 2009 para o Estado, mesmo valor dos últimos três anos. Os parlamentares mato-grossenses têm direito a 18 emendas coletivas, sendo 15 de metas e três de remanejamento.
As principais metas - prioridades e valores estabelecidos pela bancada - serão nas áreas de Infra-Estrutura, Saúde, Turismo e Integração Regional, mas sem beneficiar apenas os maiores municípios como aconteceu em 2008. "A nossa intenção é transformar as emendas em estadual para beneficiar o maior número possível de municípios", informou o coordenador da bancada, deputado federal Carlos Abicalil.
A proposta, porém, só será executada se houver mudança na orientação da Comissão Mista do Orçamento. "Os coordenadores das bancadas estaduais são a favor da alteração" disse. Dessa forma, as emendas deixarão de ser destinadas a único município como aconteceu este ano.
O deputado federal Homero Pereira (PR) disse que as necessidades são grandes em Mato Grosso, especialmente em municípios menores. Disse ainda que a definição acontece até amanhã, quando serão encerrados os prazos para a apresentação de emendas, inclusive as individuais dos parlamentares. Ele revelou que os valores das emendas coletivas serão maior do que o objetivo estabelecido, porque já estará previsto os cortes que deverão ser realizados. "Estamos fazendo um pedido maior para conseguirmos R$ 270 milhões".

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Pagot anuncia construção de 5 mil quilômetros de rodovias em Mato Grosso


08/11/2008 às 09:54Atualizada em 20/05/2006 às 20:51-->
O diretor geral do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antonio Pagot, prevê a construção de 5 mil quilômetros de rodovias federais em Mato Grosso para o próximo biênio. O anúncio foi feito há pouco, durante visita na tradicional Casa Pereira, local onde reúnem-se figuras ilustres e diversas autoridades, em Várzea Grande. O prefeito Murilo Domingos (PR) e o secretariado acompanham a visita de Pagot na Cidade Industrial. Com discurso de candidato, Luiz Antônio Pagot afirma que “essa é uma oportunidade ímpar para que Mato Grosso amplie a malha viária com recursos federais”. Para que isso ocorra, o diretor do Dnit avalia que será necessário o investimento estimado no valor de R$ 2 bilhões.

Cuiabá está virtualmente falida e não tem como pagar suas dívidas.

Jonas JozinoRedação 24 Horas News
Um levantamento realizado pelo Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam), da Fundação Prefeito Faria Lima, com base de informações colhidas junto à Secretaria do Tesouro Nacional, mostra que Cuiabá é uma das cinco capitais brasileiras que está virtualmente falida e não tem como saldar suas dividas como manda a legislação, entre elas a Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo um levantamento feito pela Cepam, na Secretaria do Tesouro Nacional sobre a situação de 26 prefeituras das capitais brasileiras, mostra que Cuiabá não tem recursos para saldar todas as suas dívidas com vencimentos no período de 12 meses posteriores as informações prestadas ao Tesouro. Os dados foram levantados com base na situação financeira em dezembro de 2007. Além de Cuiabá estão em situação falimentar Belo Horizonte, Florianópolis, Maceió e Salvador. Curiosamente, apenas Belo Horizonte não reelegeu o prefeito. Em janeiro toma posse Márcio Lacerda, do PSB, que tem o apoio do atual prefeito o petista Fernando Pimentel. Em Cuiabá, Wilson Santos do PSDB, conseguiu a sua reeleição. "A situação pode ter melhorado este ano, mas os prefeitos eleitos só vão descobrir isso quando tomarem posse", avalia o técnico em finanças públicas do Cepam, Marcos José de Castro. O estudo do Cepam levou em consideração apenas os dados que indicam a situação financeira do município. "Desde o advento da Lei de Responsabilidade Fiscal um dos principais cuidados que os municípios vêm tomando está relacionado ao equilíbrio financeiro, em especial o de curto prazo, representado de um lado pelas disponibilidades (dinheiro em caixa, depósitos bancários e aplicações financeiras) e do outro lado o passivo financeiro, grupo das obrigações financeiras que engloba as chamadas dívidas flutuantes que normalmente representam as dívidas de curto prazo (restos a pagar, retenções previdenciárias a recolher, consignações em folhas de pagamento e cauções em dinheiro)", explica o técnico do Cepam. Além da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), também a Lei Eleitoral impõe limites específicos de gastos, com especial atenção ao "restos a pagar", à despesa com pessoal e também à publicidade institucional em último ano de mandato. "É importante preservar o equilíbrio, mas o prefeito precisa estabelecer suas prioridades no final do mandato para não prejudicar as ações e a continuidade dos serviços prestados pelo município", acrescenta Marcos Castro. Parte das regras que limitam e ordenam a chamada transição de contas em último mandato está no artigo 42 da LRF que trata exclusivamente dos restos apagar. "É vedado ao titular de poder ou ao órgão nos dois últimos quadrimestres do seu mandato contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito", diz o artigo. "Entre os pontos que devem ser revistos na LRF está exatamente este artigo que, na prática, provoca o efeito contrário ao que pretendia a lei", critica o consultor em finanças públicas e ex-secretário de Finanças de São Paulo, Amir Khair. Os gestores e prefeitos, para obedecerem à limitação imposta pelo artigo da LRF, concentram até abril ações que comprometerão recursos no futuro. Com informações do JB Online

domingo, 9 de novembro de 2008

Lula defenderá etanol brasileiro na Itália, apesar de resistência européia


Luciana Lima, enviada Especial
Roma - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continuará defendendo o etanol brasileiro na Itália, a exemplo do que vem fazendo em outras viagens internacionais, apesar da resistência de toda a Europa ao plantio da cana-de-açúcar em larga escala para produção de combustível, em substituição a áreas de plantio de alimentos.O presidente visita o país até a próxima quinta-feira (13) e, enquanto estiver em Roma, sua comitiva circulará em quatro automóveis da marca Fiat, modelo Linea, com motor flex, que funciona com os dois tipos de combustível, álcool e gasolina.Os veículos foram cedidos para a visita pelo presidente da Fiat no Brasil e na América Latina, Cledorvino Belini e têm na traseira a inscrição em inglês Ethanol Powered, que quer dizer movido a etanol, acompanhada da bandeira brasileira. O Linea é um carro do segmento sedã , lançado em setembro no Brasil.O presidente também pretendia usar o carro na visita que faz à Itália, mas as autoridades italianas não o autorizaram porque a blindagem do Linea usado pela comitiva brasileira não segue as normas italianas. Por isso, Lula trafega por Roma num Maserati.De acordo com fontes do governo brasileiro, Lula vai apresentar o carro de sua comitiva a empresários da indústria italiana, em encontro que terá na quarta-feira (12). A intenção do presidente é mostrá-lo como um exemplo concreto de boa utilização do etanol.

Asfalto, só no papelMoradores de pelo menos 2 ruas da Capital vivem a ilusão de que vias são pavimentadas, convivendo com a poeira


Rua Manoel Nunes, no Porto, consta como asfaltada para o município. Secretário diz que trecho será pavimentadoALEXANDRE APRÁEspecial para o DiárioMorar em rua sem asfalto já é um problema ‘comum’ para muitos habitantes de Cuiabá, principalmente nos bairros mais periféricos da cidade. Mas, para outros moradores que moram em bairros antigos e centralizados, o dilema histórico é ainda maior: não ter asfalto em suas ruas e saber que na prefeitura de Cuiabá a via consta como asfaltada. Esse é o caso dos moradores dos últimos 100 metros da rua Manoel Nunes, que também é conhecida como travessa do Limoeiro, no bairro Porto. O último trecho da rua, que fica entre as vias Mário Correa e Feliciano Galdino, não tem asfalto. Dona Adil Mesquita, que mora na rua desde 1974, depois da enchente que alagou o bairro Grande Terceiro, aguarda ansiosamente a chegada do pavimento. “Nós estamos aguardando. O pessoal da prefeitura disse que está previsto o asfalto pra cá”, comenta, otimista. Outro morador disse que funcionários da prefeitura já estiveram na rua para coletar amostras do solo, mas não deram prazo para o início da pavimentação. “Primeiro, falaram que iam colocar paralelepípedos, depois, disseram que ia ser asfalto mesmo”, explicou. A mesma situação é vivida pelos moradores da rua 16 do Jardim Petrópolis. Todas as vias do bairro estão pavimentadas, exceto um pequeno trecho de 200 metros que termina na avenida Carmindo de Campos. “Nós fomos lá na prefeitura e eles disseram que aqui já constava como asfaltado. Tentamos explicar que é só uma parte, mas não tivemos muito sucesso”, informou a moradora Clotildes Pereira, que mora um pouco mais acima do trecho que não recebeu o asfalto. Segundo o secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Infra-Estrutura, Quidauguro Fonseca, que é funcionário de carreira e trabalha há 33 anos na pasta, os únicos bairros que tiveram todas as ruas asfaltados foram aqueles beneficiados pelo Projeto Cura, realizado entre os anos de 1975 a 1979, como Lixeira, Araés, Quilombo, Dom Aquino e Poção. Os outros, segundo Quidauguro, foram realizados pelas gestões municipais aleatoriamente. “Não havia planejamento de pavimentação. A maioria delas foi feita aleatoriamente”, explicou, afirmando que a prefeitura trabalha para cobrir essas deficiências. Sobre as ruas 16, do Jardim Petrópolis, e a Manoel Nunes, no Porto, o secretário-adjunto informou que a pavimentação desses dois trechos está prevista para o início do próximo ano. Ela será feita por meio de uma parceria entre o município e o governo federal, através de uma emenda parlamentar da deputada federal Thelma de Oliveira. Um levantamento feito no início de 2006 pela Secretaria Municipal de Infra-Estrutura mostra que de todas as ruas existentes oficialmente na Capital, mais de 8 milhões de metros quadrados tinham asfalto, o equivalente a 61,5% das vias. Na outra ponta, pouco mais de 5 milhões de metros quadrados ainda não haviam recebido pavimentação. Outro levantamento já está sendo feito pela Seminfe para somar o asfalto já inaugurado nos últimos dois anos.

Eder Moraes diz que Wilson Santos é " mal agradecido"

Rubens de SouzaDa Redação
“Não vamos aceitar prefeitos mal agradecidos. Que recebem verbas estaduais para obras importantes em seus municípios e depois saem reclamando que o governo não ajuda”. A frase, dirigida diretamente ao prefeito de Cuiabá Wilson Santos (PMDB) foi feita na noite deste domingo pelo secretário estadual de Fazenda, Eder Moraes, ao participar do Programa Ponto de Vista, do jornalista Onofre Júnior na TV Rondon. Pertencente ao primeiro grupo da tropa de choque do governador Blairo Maggi, Eder Moraes disse que a partir de agora o governo estadual não ficará passivo às criticas “vans” de prefeitos ou de quem quer que seja quanto a administração estadual. O secretário disse que foi o primeiro a cobrar do governador respostas duras às criticas que são consideradas injustas. “Não podemos aceitar críticas vans, de aproveitadores. As críticas pontuais, construtivas como as feitas pelo senador Jaime Campos (DEM) com relação a segurança pública do estado são bem vindas”, emendou o secretário. Eder Moraes foi duro em suas críticas ao prefeito Wilson Santos e lembrou que Cuiabá recebeu de 2002 a 2008 mais de R$ 300 milhões em recursos para obras. “Liberamos quatro vezes mais recursos do que a prefeitura de Cuiabá e vem este prefeito dizer, em horário eleitoral, que não ajudamos a Capital. Não vamos mais aceitar este tipo de coisa. A partir de agora vamos exigir que todos os recursos liberados para obras na cidade tenham o nome do Governo do Estado. Vamos ficar fiscalizar tudo, inclusive a aplicação dos recursos”, observou. O secretário de fazenda disse que o governo respeita os resultados das urnas e que não vai deixar de liberar recursos nas cidades em que seus candidatos foram derrotados. “Respeitamos a legitimidade do eleitor e em nenhum momento pensamos em diminuir a liberação de recursos. Pelo contrário vamos continuar com a nossa política social. A única diferença é que a partir de agora vamos exigir mais respeito, lisura nas coisas e que seja mostrado o quanto o governo do Estado está liberando para as obras e o quanto as prefeituras liberam”, avisou. Eder Moraes falou também da relação entre o PR e os partidos coligados PMDB e DEM e foi claro ao afirmar que não existe crise entre os partidos e que todos vão caminhar juntos para a próxima eleição. “Quem em sã consciência é louco para ignorar a liderança de um Jaime Campos, de um Silval Barbosa, de um Sérgio Ricardo, de um Júlio Campos? Nós não ignoramos. E é por isso que vamos caminhar juntos, unidos pelo povo”, conclui.ressaltando que o senador Jaime Campos tem todo o direito de criticar, pois ao mesmo tempo que mostra erros procura ajudar. “O senador está brigando em Brasília para a liberação de R$ 300 milhões para a Segurança Pública. Este dinheiro será muito bem vindo”,diz. Com relação a derrota do PR em Rondonópolis, reduto político do governador Blairo Maggi, Eder Moraes disse que Adilton Sachetti foi um dos melhores prefeitos que aquela cidade já teve, mas pecou na falta de comunicação com o povo. Ressaltou ainda durante o programa a coragem e a determinação da primeira dama Terezinha Maggi de sair em defesa do governo de seu marido, criticando a oposição. “Terezinha é uma leoa, um trator que trabalha intensamente pelo setor social, pelos mais necessitados deste estado. Ela não é como alguns políticos que são vendedores de ilusão”.

Creche e biblioteca estão entre os planos

Apenas algumas reclamações foram feitas pelos moradores, uma delas é quanta a falta de uma creche. A esperança é que o orçamento participativo para o ano que vem se concretize, pois a construção da unidade está prevista.
Também é um anseio da comunidade a reativação de uma biblioteca. O prédio existe, mas falta a parceria com o poder público ao disponibilizar um funcionário para permanecer no espaço, organizar os exemplares e fazer o atendimento à população.
O presidente da Associação de Moradores, Juvenal Soares, diz que há uma vontade grande das pessoas colaborarem, com a doação de livros e até trabalho voluntário, mas sozinhos não há conhecimento técnico para manterem a biblioteca funcionando. Outro "sonho", como ele mesmo fala, é conseguir a reforma do centro comunitário, que ocupa um lugar privilegiado dentro do condomínio, só que não conta hoje com estrutura para abrigar a vinda de cursos e oficinas profissionalizantes.
O proprietário de uma mercearia, Celso Severino Almeida, 36, que há um ano é morador, explica que há uma preocupação com a limpeza do bairro. A má acomodação do lixo dá um aspecto não muito agradável às fachadas dos prédios e até do comércio. "Falta conscientização dos moradores em colaborar, acredito que a prefeitura possa fazer um trabalho aqui para amenizar o problema".
A situação realmente é grave. Pelas ruas, as sacolas ficam pelo chão, algumas rasgadas por catadores e animais. (RD)

DESCONTROLE


Briga termina em morte no Ciaps
Um adolescente com passagens pela polícia, encaminhado para tratamento pela justiça, matou um jovem que já iria retornar para casa

Local é alvo de críticas: cerca de 90% dos internos são encaminhados pela justiça; falta médico e ambulância 24hAndréia Fontes Editora de Geral
Uma agressão dentro do Centro Integrado de Atenção Psicossocial Adauto Botelho (Ciaps) Álcool e Droga, a Unidade 3, localizado atrás do Departamento Estadual de Trânsito, terminou em morte. A vítima é Magno Carmo dos Santos, 24, e o autor do crime Tales Pereira Barros, 18. Os dois estavam no local por determinação judicial. Magno porque era dependente químico e não conseguia vaga e a família recorreu à justiça. Tales porque era usuário e estava detido e foi encaminhado.
No dia 31 de outubro, Magno foi agredido a pedradas por Tales, durante o jantar. Ele foi socorrido e encaminhado para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá. Teve atendimento de um neurologista e fez os exames. Foi constatado traumatismo craniano.
Segundo informações, após 2 dias ele foi liberado e retornou para o Ciaps. No local não há médico 24h, inclusive esta é uma das várias críticas feitas ao local. Sem suporte clínico adequado, Magno começou a passar mal na tarde de quinta-feira (6). Ele foi transferido para o Pronto-Atendimento do Adauto Botelho, no Coxipó, onde há médico em tempo integral.
Na sexta-feira (14) pela manhã, o quadro de saúde dele piorou. Magno perdeu rapidamente a consciência e teve uma parada cardiorespiratória. Ainda no PA começaram os procedimentos para tentar reanimá-lo. Ele foi levado para o pronto-socorro, onde morreu.
De acordo com denúncia feita ao jornal A Gazeta, ele foi vítima de "assassinato". A fonte afirma que Magno "não fazia mal para ninguém", ao contrário do agressor, que já teria várias passagens.
A denúncia aponta que o alto número de internações por determinação judicial é um dos graves problemas do local. Com 40 vagas, cerca de 80% a 90% dos pacientes foram encaminhados pela justiça. Mesmo se a equipe médica do local analisar que não é caso para internação, precisa cumprir a determinação, ou corre o risco de ser presa. "Estamos reféns da justiça", afirma a fonte.
Com isso, muitos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) que procuram o local para tratamento, acabam voltando para casa por falta de vagas. "Estamos ferindo os princípios do SUS. No momento que só damos vazão para decisões judiciais e temos que recusar os pacientes que nos procuram".
A morte de Magno foi registrada no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) do bairro Verdão. Trata-se de um caso de lesão corporal seguida de morte.
A família - A mãe de Magno, Maria do Socorro, estava inconformada com a morte do filho caçula. Moradora de Guarantã do Norte (715 km ao norte de Cuiabá), ela veio durante a semana para ver o filho, logo que soube da agressão. A viagem foi de carona. Na volta, os funcionários do Ciaps fizeram uma quota para ela pagar a passagem. "Eu não tinha R$ 126 para ir ver meu filho. Agora recebo ele no caixão e uma dívida de R$ 5 mil (caixão, velório e translado do corpo). É tudo o que restou do meu filho".
Maria afirma que achou o filho muito debilitado e que somente por isso não levou ele de volta para a casa. O corpo seria levado ontem para Guarantã.
A assistente social do Ciaps, Unidade 3, Soraia Miter Simon, confirma a história. Ela destaca que a discussão entre a vítima e o agressor foi "inconsequente, sem sentido e por motivo banal". Ela também confirma que o número de pessoas encaminhadas pela justiça subiu muito este ano e chega a 90% e destaca que nem sempre a internação é o melhor procedimento. Aponta que quando a pessoa é obrigada a se submeter ao tratamento, geralmente tem comportamento mais agressivo e arredio. "A gente tem que ter habilidade, porque geralmente a pessoa chega revoltada".
Simon enfatiza que a internação é para casos mais graves, quando há risco de vida e que o desejo da pessoa em se tratar é fundamental. A assistente acrescenta ainda que já foram feitos vários pedidos para o local, desde a disponibilização de médico e ambulância 24h até mudança do local, que é muito afastado.
E por último enfatiza, que antes da justiça a família pode procurar a Ouvidoria da Saúde. Ela informou que Magno já estava de alta, mas como foi encaminhado pela justiça precisava de uma autorização para deixar o local.

sábado, 8 de novembro de 2008

Blairo admite que fica até 2010.



Resultado das eleições e retomada de programas de governo em MT devem fazer gestor estadual em continuar até final do mandato

Governador MT diz garante que vai honrar todos os compromissos feitos na campanha em 2006
Marcos Lemos Da Redação
Resultados das eleições deste ano podem levar o governador Blairo Maggi (PR) a permanecer até o último dia de seu mandato. Mas esse não é o único motivo, a crise econômica mundial e a necessidade de resgatar compromissos assumidos nas eleições de 2002 e 2006 também estão entre as prioridade do chefe do Executivo e do seu partido o PR que poderá ser beneficiado com a decisão juntamente com os partidos coligados. É o próprio governador que faz essa avaliação.
Hoje existe a consciência de todos, segundo Blairo, que os resultados eleitorais não prestigiaram a nenhuma sigla, por mais que alguns declarem ter sido vitoriosos e serem favoritos a sucessão em 2010. O PSDB e PMDB seriam os que mais desejam. Só que eles e os demais sabem que sem um consistente e amplo arco de alianças dificilmente conseguem conquistar o cargo mais cobiçado em nível de Estado.
Blairo tem repetidamente dado sinais claros que não tem uma decisão tomada quanto ao seu futuro, apesar de ter admitido a possibilidade de deixar o mandato um ano antes de sua conclusão, isto antes dos resultados das eleições. "É uma coisa que ainda terei que analisar", explica o governador.
Nesse mesmo ritmo, os presidentes do Partido da República, Moisés Sachetti e do Democratas, Oscar Ribeiro reconhecem que o momento não é propicio para se abrir discussões sob futuro eleitoral, ainda mais após os resultados dos pleitos, mas negam de que exista um "racha" ou a iminência de ambos os partidos caminharem em separado. "Cada um está lambendo suas feridas e em alguns dói mais que nos outros", acrescenta Sachetti aproveitando a carona de Oscar Ribeiro, que disse "não haver outro rumo para os dois partidos". Ele justifica as críticas do senador Jaime Campos (DEM) como pontuais e Moisés Sachetti como reflexo das eleições, mas não retirando o mérito e a importância delas.
Do outro lado da disputa está o PSDB na confortável posição de ter não apenas um, mas dois favoritos candidatos à presidência da República o que ajuda e muito na definição de uma candidatura própria que repousaria no nome do prefeito reeleito por Cuiabá Wilson Santos (PSDB), ou mesmo num eventual aliado, também o senador Jaime Campos já que a preferência nacional do PSDB é pela coligação com o DEM e até mesmo com o PMDB
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Wilson Santos já "sonha" com R$ 100 mi para Cuiabá

Auro Ida Da Redação
O prefeito reeleito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB) planeja participar da reunião da bancada federal de Mato Grosso, prevista para a próxima terça-feira, em Brasília, quando será definido o montante no Orçamento da União de 2009 para a Capital mato-grossense. A expectativa do chefe do Executivo Municipal é conseguir em torno de R$ 100 milhões dos R$ 300 milhões que deverão ser destinados a Mato Grosso.
Além das 11 emendas individuais no valor de R$ 10 milhões, a bancada terá direito a mais 18 coletivas, numa média de R$ 12 milhões.
Neste final de semana, será definido pela comissão mista do Orçamento se aceita ou não a titulariedade dos Estados em emendas coletivas, o que proporcionará a distribuição dos recursos para os municípios considerados pequenos.
"Se não fizermos isso, só os grandes serão os beneficiados", diz o coordenador da bancada de MT, deputado federal Carlos Abicalil (PT). A definição da questão irá estabelecer quanto de recursos que serão destinados para Cuiabá no Orçamento de 2009 da União. É que se não houver a alteração, a tendência é dos parlamentares, que tem base eleitoral na Capital, colocarem a emenda coletiva para o município.
Dessa forma, os deputados federais Eliene Lima (PP), Valtenir Pereira (PSB), Thelma de Oliveira (PSDB), Homero Pereira (PR), e Carlos Abicalil (PT), além da senadora Serys Marly (PT), devem destinar a maior parte das suas emendas para Cuiabá.
Durante o encontro com a bancada, Wilson Santos vai mostrar as prioridades do primeiro ano do seu segundo governo, citando a conclusão da avenida das Torres.
"Não coloco emenda para a avenida das Torres, porque ela fica diluída e só o prefeito que ganha", afirmou um parlamentar. Os deputados deverão priorizar as áreas de infra-estrutura, habitação e esporte e lazer.

Galindo diz estar pronto para assumir

Marcos Lemos Da Redação
O deputado estadual e vice-prefeito eleito por Cuiabá, Chico Galindo, que também é presidente regional do PTB, admitiu ontem em entrevista exclusiva a Rádio CBN Cuiabá, uma das empresas do Grupo Gazeta, estar pronto para assumir a prefeitura de Cuiabá em definitivo caso o prefeito Wilson Santos (PSDB) se desincompatibilize em 2010 para ser candidato a sucessão do governador Blairo Maggi (PR).
Mesmo admitindo que o assunto não o deixa confortável por saber dos compromissos do prefeito para com a cidade e sua população, Chico Galindo disse conhecer ponto por ponto as promessas do prefeito que também são suas. "Conheço todas elas e eventualmente, se preciso, vou defendê-las e com certeza executá-las da melhor forma possível". Ele lembra que é cedo para se falar em eleições.
Galindo disse ainda que vai se reunir na próxima terça-feira, 11, quando o prefeito retorna de viagem para começar a definir uma série de estratégias para serem efetivadas no próximo ano, quando a partir de 1º de janeiro será o vice-prefeito e possivelmente um auxiliar direto de Wilson Santos.
"Temos muito o que fazer e discutir, pois estamos na iminência de uma grave crise econômica mundial e com a possibilidade de sermos afetados em nossa maior fonte de receitas que é o ICMS", disse, anunciando que já trabalha e convence os demais deputados estaduais para a inserção de emendas favoráveis a capital do Estado.
"Sempre fui contra emendas, e o próprio governador Blairo Maggi (PR) me convenceu do contrário por entender que os deputados estaduais melhor do que ninguém conhecem os problemas dos municípios em sua essência, ajudando e muito o governo a solucioná-los da forma mais prática", explicou.

CRIME NA CORPORAÇÃO


PM mata PM dentro do batalhão
Moiséis, o assassino, disse que a vítima, Nilson, tinha muitos inimigos e que saia com mulheres casadas e comentava com as pessoas

Vários policiais aguardaram a liberação do corpo do cabo no PSSilvana Ribas Da Redação
O cabo da Polícia Militar Moisés Alcides Santos Souza, 41, matou com 4 tiros outro cabo PM, às 8h40 de ontem. O crime aconteceu na sede do 9º Batalhão da PM, no bairro Parque Cuiabá. Sem dizer uma palavra, o criminoso chegou para o trabalho e ao se deparar com o cabo Nilson Rodrigues dos Santos, 35, sacou o revólver calibre 38, que pertence a PM, e fez os disparos. Nilson ainda foi colocado pelos colegas em uma viatura e removido às pressas para o Pronto-Socorro de Cuiabá, onde já chegou sem vida. Moisés foi preso na hora.
Segundo o comandante regional da PM em Cuiabá, coronel Osmar Lino Farias, a vítima tinha chegado pouco antes ao Batalhão, onde foi ouvido em um procedimento administrativo, pelo tenente PM Diego Fabiano Tocantins. Depois de prestar as declarações, Nilson e o tenente Diego foram até a parte externa do Batalhão, próximo ao telefone público. Ambos conversavam enquanto a documentação estava sendo imprimida para receber a assinatura dele. Foi neste instante que Moisés entrou pelo portão e, sem dizer nada, sacou da arma e matou o colega.
De acordo com Farias, em suas declarações, Moisés disse que tinha uma desavença antiga com a vítima e que não gostava dela. Acusou Nilson de emprestar dinheiro e não pagar a dívida, assegurando que ele tinha muitos inimigos e era uma pessoa de má índole. Acusou a vítima de manter relacionamentos com mulheres casadas e comentar o fato com outras pessoas. Garantiu que se não tivesse cometido o crime ontem, iria fazê-lo em outra oportunidade.
Nilson estava lotado no 1º Batalhão, no bairro do Porto e integrou a Força Nacional de Segurança durante um 1 e 7 meses. Voltou recentemente para Cuiabá. O cabo Moisés estava há duas semanas no 9º Batalhão. Integrou a equipe da Ronda Ostensiva Tático Metropolitana (Rotam).
Depois de ser ouvido por membros da Corregedoria da Polícia Militar, Moisés foi transferido para o presídio militar, em Santo Antônio de Leverger. O coronel Farias informou que o cabo será julgado pela Justiça Militar, que também vai avaliar se o policial tem condições de ser mantido na corporação. Policiais civis só foram até o Batalhão para acompanharem a perícia técnica do local.

Começam a cair as promessas para Cuiabá

Durante a campanha eleitoral, como de costume, muitas promessas foram feitas a população, que infelizmente ainda acredita no valor da palavra dos políticos. Menos de um mês após o fim do segundo turno, as promessas começam a cair, acreditem. O prefeito reeleito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), falou aos montes em sue programas eleitorais, sempre enfatizando que o salário do servidor está em dia, que todo dia 5 o funcionário da prefeitura poderia ir ao banco que o seu dinheiro estaria na conta.

É, mas parece que depois de conseguir o voto do servidor e da maior parcela do eleitorado cuiabano, o tucano esqueceu-se de cumprir o que disse. Ontem, após um longo dia de trabalho, este blogueiro estava em uma fila do caixa eletrônico, quando ouviu uma senhora já com certa idade sair reclamando. “Me falaram tanto desse homem (Wilson), eu votei nele, mas estou vendo que ele não cumpre o que fala. O meu salário do servidora ainda não foi depositado e hoje é dia 6”, dizia dona Francisca, moradora do bairro Santa Isabel, que revelou precisar urgentemente do seu salário, não depositado até hoje (7).

Pois é, a máscara já começou a cair. E quem votou no Wilson pode se preparar que vem mais por ai. Digo isso analisando as promessas que ele fez em 2004 que não foram cumpridas, e a maior parte delas. Quem não cumpre uma vez não cumpre nunca, comigo é assim. Não sou enganado duas vezes. Quem mentiu uma vez para mim uma vez nunca vai ter outra chance. O engraçado é que o prefeito mentiu em 2004, mentiu em 2008 e a população ainda acreditou nele, infelizmente e lamentavelmente o povo errou e Cuiabá é vai sofrer.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Negligência em creche é o alvo de sindicância

Caroline Rodrigues Da Redação
A diretora da creche do bairro Jardim União, Marilza Vogado, vai responder uma sindicância na Secretaria Municipal de Educação pela saída de um menino de 2 anos do estabelecimento sem que nenhum dos funcionários percebesse. O responsável pela pasta, Carlos Carlão Pereira Nascimento, disse que foi realizada uma reunião entre funcionários da creche e representantes da secretaria ontem de manhã e constatou-se a negligência por parte da direção e da pessoa que cuida da sala, onde o menino ficava. A primeira audiência da sindicância será realizada hoje, às 9h30, e segundo o secretário a punição pode ser desde uma advertência até a destituição do cargo.
No período da tarde, a diretora da creche Alex Guilherme Afux da Costa foi ao Conselho Tutelar para explicar o ocorrido. Os pais do menino e as testemunhas serão ouvidas nos próximos dias. Todos os depoimentos serão encaminhados a Procuradoria da Infância e Adolescente para providências. O coordenador dos Conselhos Tutelares, Davino Arruda, disse que a instituição não tem o papel punitivo, mas faz os encaminhamentos. Ele falou também que não pode dar detalhes do depoimento porque corre em segredo e apenas a Procuradoria pode fazer comentários.
O caso foi denunciado na edição de ontem do Jornal A Gazeta. O menino foi deixado pela avó, Sueli Isabel da Silva, na creche às 7h. Ele sairia apenas às 17h. Entretanto, ele voltou para casa, sozinho, às 10h30. Depois de receber o menino, a avó foi à creche para saber o que aconteceu. No local, não encontrou a diretora que estava ausente e nem explicações de como o neto conseguiu sair. Uma das funcionárias falou que ela deveria procurar "os direitos dela".
O fato assustou os familiares porque a criança ainda não fala fluente e para chegar ao local teve que caminhar cerca de 500 metros. No caminho, passou pelo ponto final do ônibus, onde há tráfego intenso de veículos, com risco de ser atropelada. Caso alguma pessoa quisesse levá-la, não teria problemas. Era só entrar em um dos coletivos.
O bairro é considerado um dos mais perigosos de Cuiabá. Quando a reportagem foi procurar a família do menino na quarta-feira, existiam pessoas comercializando drogas nas ruas.

DÚVIDAS

Vuolo discorda de números que foram mostrados pela prefeitura
Téo Meneses Da Redação
O vereador Francisco Vuolo (PR) questionou os números apresentados pela Prefeitura em relação aos incentivos fiscais concedidos pelo município de Cuiabá. O questionamento ocorre depois da campanha em que o prefeito Wilson Santos (PSDB) acusou o governo do Estado de contemplar irregularmente o empresário Mauro Mendes (também do PR).
Segundo Vuolo, os números divulgados pelo município não seriam verdadeiros. Alega ainda que Wilson usou politicamente dados incorretos para prejudicar Mauro Mendes no segundo turno.
Suplente da comissão Pró-Cuiabá, criada pela Prefeitura para regular a concessão de incentivos, Vuolo alega que o número de 2.339 empregos gerados não corresponde à realidade. "Esse número só vai ser alcançado em 2014", afirmou.
O vereador ainda ressaltou que os dados da própria Prefeitura apontam que a empresa Bimetal, de propriedade de Mauro Mendes, é a que mais gera empregos na Capital. "O que me deixa triste é que eles (do PSDB) preferem usar esse assunto de forma politiqueira. Incentivo fiscal é bom e necessário para qualquer Estado ou município ser competitivo", completou.
Apesar das críticas, Vuolo nega estar fazendo oposição e fiscalizando os incentivos apenas para prejudicar politicamente os tucanos.
O assuntou gerou muita discussão ontem na Câmara. Uma relação apresentada pelos vereadores de oposição mostra que 22 empresas de diversos segmentos e 11 ligadas ao turismo passaram a receber incentivos da Prefeitura na gestão de Wilson. Os tucanos como o vereador Permínio Pinto alegam que o número é menor e estaria tudo em acordo com a lei.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Secretário de Fazenda participa de reunião com senadores do Centro-Oeste



24HorasNews
Está acontecendo neste momento, no gabinete do senador Valter Pereira, em Brasília (DF), a reunião de secretários de Fazenda do Centro-Oeste com a bancada de senadores da mesma região. O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Eder Moraes, está participando da reunião. A agenda foi solicitada pela senadora Lúcia Vânia, presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado e relatora do Projeto de Lei Complementar (PLC) 119/2006, de recriação da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco). O convite ao secretário Eder Moraes foi feito pelo senador Jayme Campos. A reunião conta também com a participação do procurador-geral do Estado, João Virgílio do Nascimento Sobrinho, e do assessor especial da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, Vivaldo Lopes. A reunião tem a finalidade de discutir e acolher as sugestões dos participantes quanto às proposições legislativas (PLC 119/2006; proposição de instalação do Bando de Desenvolvimento do Centro-Oeste (BDCO) e desafios à aprovação da Sudeco. Além disso, também visa preparar a reunião dos governadores com a bancada de senadores do Centro-Oeste e, possivelmente, com a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Roussef, a ser realizada no dia 25 de novembro, para fechamento das proposições legislativas acima citadas
06/11/2008 - 17h16Secretário de Fazenda participa de reunião com senadores do Centro-Oeste Redação 24HorasNews
Está acontecendo neste momento, no gabinete do senador Valter Pereira, em Brasília (DF), a reunião de secretários de Fazenda do Centro-Oeste com a bancada de senadores da mesma região. O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Eder Moraes, está participando da reunião. A agenda foi solicitada pela senadora Lúcia Vânia, presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado e relatora do Projeto de Lei Complementar (PLC) 119/2006, de recriação da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco). O convite ao secretário Eder Moraes foi feito pelo senador Jayme Campos. A reunião conta também com a participação do procurador-geral do Estado, João Virgílio do Nascimento Sobrinho, e do assessor especial da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, Vivaldo Lopes. A reunião tem a finalidade de discutir e acolher as sugestões dos participantes quanto às proposições legislativas (PLC 119/2006; proposição de instalação do Bando de Desenvolvimento do Centro-Oeste (BDCO) e desafios à aprovação da Sudeco. Além disso, também visa preparar a reunião dos governadores com a bancada de senadores do Centro-Oeste e, possivelmente, com a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Roussef, a ser realizada no dia 25 de novembro, para fechamento das proposições legislativas acima citadas

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Campanha Natal das Crianças inicia com mais de 750 toneladas arrecadadas04/11/2008


Marcos Negrini/Setecs-MT
O governador Blairo Maggi e a secretária de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, Terezinha Maggi, acompanhados de vários secretários de estado, empresários mato-grossenses e de outros estados do país, dos representantes do Lions, Rotary, das três potências da Maçonaria, igreja católica e evangélica e lideranças comunitárias iniciaram o Natal em Mato Grosso, nesta terça-feira (04.11), com o lançamento da 6ª edição da maior campanha de solidariedade de Mato Grosso, o “Natal das Crianças”.

Centenas de pessoas lotaram o Salão Nobre do Palácio Paiaguás, sede do Governo estadual, para a cerimônia de apresentação oficial da campanha, que todos os anos reúne voluntários em todo o Estado em prol de uma causa única: arrecadar alimentos não perecíveis para garantir um natal com mais dignidade e solidariedade para milhares de famílias carentes.

A solenidade foi marcada pela alegria e emoção desde o início com o Hino Nacional entoado pelos alunos do Projeto Ciranda - Música e Cidadania. O grupo apresentou também um pout pourri de canções natalinas.

Mas a alegria maior para todos os presentes foram as doações já confirmadas no lançamento da campanha: 759 toneladas de alimentos estão garantidas. Doações estas que vieram de empresários, secretários de estado, deputados, vereadores entre tantos outros parceiros, que além de prestigiar o evento também deram sua parcela de contribuição.

Além da doação de alimentos, outras importantes doações para a operacionalização e bom andamento da campanha foram oficializadas durante a solenidade, tal como o galpão onde os alimentos são estocados, que foi cedido pela Açofer. A limpeza do local fica a cargo da empresa Exact e a mão-de-obra para auxiliar na montagem das cestas é doada pela 13ª Brigada de Infantaria Motorizada. O transporte das cestas até os municípios do Interior foi doado pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Carga no Estado de Mato Grosso (Sindimat) e as camisetas que vestem os voluntários na campanha são produzidas pela Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão em Mato Grosso (Ampa).

“Tudo na campanha Natal das Crianças é feito em parceria. Sozinho o Governo do Estado não consegue atender a demanda das famílias carentes, que cresce a cada dia. Somos grato a estas pessoas que foram tocadas pelo sentimento de solidariedade e ouviram o nosso chamado, unindo forças nesta corrente em prol dos mais necessitados”, destacou a secretária Terezinha Maggi.

O governador Blairo Maggi também fez questão de enaltecer o trabalho dos parceiros do Lions, Rotary, Maçonaria, Igrejas e movimento comunitário, que auxiliam desde o cadastramento das famílias, passando pela arrecadação nos supermercados, até a distribuição das cestas. “São eles que estão na ponta e têm condições de saber e identificar onde estão as pessoas que precisam destas doações. Eu sempre digo que sem eles esta campanha não teria o mesmo sucesso e nem a credibilidade. Tenho certeza que conseguiremos alcançar a mesma meta do ano passado ou até mesmo superar e dar de comer a mais famílias carentes”, afirmou Blairo Maggi.

ARRECADAÇÃO – De 04 a 22 de novembro, os cidadãos mato-grossenses poderão realizar as doações para a campanha Natal das Crianças. São duas formas de participar, seja por meio dos postos de arrecadação, instalados em todas as redes de supermercados de Cuiabá e Várzea Grande, seja por meio da doação de cestas padronizadas da campanha, de 13 kg e que contém arroz, feijão, macarrão, açúcar e óleo.

Inclusive, a Associação Mato-grossense dos Supermercadistas de Mato Grosso (Asmat) é responsável por envolver todas as redes de supermercados na campanha, pedindo a doação do espaço para que os voluntários possam arrecadar os alimentos, bem como é a Asmat também que define o preço da cesta da campanha.

O trabalho na porta dos supermercados fica a cargo dos voluntários do Lions, Rotary, Maçonaria, Igrejas e Movimento Comunitário, que doam o tempo para pedir as doações.

DOAÇÕES – Já confirmaram doações à campanha Natal das Crianças os seguintes parceiros: Banco do Brasil, Açofer, ADM do Brasil, AMPA, Arroz Tio Ico e Arroz Tio Bonini, Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Usina Barrálcool, Carlos Brito, Cavalca Engenharia, Case CNH Latin American, Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Construtora Mesquita Coelho, Construtora Sanches Tripoloni, Cotril Máquinas e Equipamentos, Águas Lebrinha, Abelha Táxi Aéreo, Tractor Parts, Decorliz, Destesa Construção, DETRAN, Dymak Máquinas Rodoviárias, deputado federal Eliene Lima, Engemat Construções, Eraí Maggi, Exact, Fazenda Marabá, vereador Francisco Vuolo, Grupo Amaggi, Grupo Gabriela, Grupo Martelli, Grupo Xavante, Guaxe Construtora e Terraplanagem, John Deere, Jucemat, Lotufo Engenharia, vereador Lutero Ponce, Frigorífico Marfrig, Mika da Amazônia, Grupo Mônaco, Ok Construtora e Serviços, Pantanal Shopping, Paulo Taques, Península Fertilizantes, Projetus Engenharia, Rede Cemat, Secretaria de Planejamento, Secretaria de Comunicação Social, Casa Civil, Secretaria de Administração, Secretaria de Ciência e Tecnologia, Secretaria de Cultura, Casa Militar, MT Saúde, Ceprotec, Secretaria de Fazenda, Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Secretaria de Infra-Estrutura, Secretaria de Justiça e Segurança Pública, Secretaria de Meio Ambiente, Secretaria de Saúde, Secretaria de Turismo, Secretaria de Educação, Sesc, Sinduscon, Site 24 Horas News, Milano Auto Peças, Castrillon Auto Peças, Trescinco Automóveis, Uniodonto, deputada estadual Vera Araújo.

CAMPANHA – Em cinco edições, a Campanha Natal das Crianças já arrecadou aproximadamente sete mil toneladas de alimentos, beneficiando milhares de pessoas em todo o Estado.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Eder Moraes defende governo Maggi e diz que fiscalizará obras em Cuiabá


Rubens de Souza
Da Redação
Fiscalizar todas as obras realizadas nos municípios, principalmente em Cuiabá, com recursos estaduais e federais. Esta é a nova empreitada do secretário estadual de Fazenda, Eder Moraes, que afirma que é preciso dar um basta na “onda de desaforos” que o governo foi envolvido durante a campanha eleitoral deste com afirmações de que não ajuda alguns municípios que fazem oposição ao PR e que não contribui para a realização de obras fundamentais para as cidades.

Ao propor uma “cruzada estadual”, o secretário de Fazenda, disse que já iniciou conversações com taxistas, moto taxistas, presidentes de Associações de Moradores e a sociedade em geral para formar um grupo de fiscalização. “Quem está no barco tem de defender o governo. As pessoas ficam atirando e não tem ataque dos membros do governo. É preciso mostrar para a sociedade o que o governo vem fazendo”, disse numa critica velada a seus pares do governo que não estão defendendo o governador Blairo Maggi dos ataques que recebeu, principalmente do prefeito Wilson Santos (PSDB) durante a campanha.

Eder Moraes disse que vai fiscalizar as obras do rodoanel e da Avenida das Torres. “os recursos destas obras são em sua maioria do governo federal e estadual. “Se temos a paternidade dos recursos, temos de estar lá, mostrando que somos nós e o governo federal que estamos investindo. Temos de estar atento ao trabalho que está sendo realizado, fiscalizar se estão fazendo o serviço direito”, disse, ressaltando que seu objetivo é pegar um sábado por mês com um grupo de moto taxistas, taxistas e população para fiscalizar, acompanhar tudo. “Só em Cuiabá o estado investe como incrementos de receitas R$ 12 milhões. Vamos mostrar isso para a população, mostrar onde estão sendo feitos estes investimentos. “Chega de apanhar, Vamos mostrar a verdade”, ressalta.

O secretário de Fazenda disse ainda que muita gente anda afirmando que o Estado precisa tomar cuidado com a crise, mas esquece que o setor econômico do Estado vem trabalhando há muito tempo nesta questão. “Tem muito pára-quedista da crise querendo se aparecer. Falam o que não devem para ficar de bonzinho com a população. Falam que a crise vai até 2010 e esquecem o trabalho que estamos realizando. A crise existe sim, ela é global, mas Mato Grosso está preparado para enfrentar este problema”, disse acrescentando que “enquanto estas pára-quedistas estavam fazendo políticos nós estávamos trabalhando”

Quanto as afirmações de que o governo Maggi não vai investir em Cuiabá e Rondonópolis, Eder Moraes deu um duro recado aos que estão tentando jogar o governo do Estado contra a população das duas cidades. “É gente que não tem o que fazer e que está pensando na eleição de 2010 e que quer apenas tumultuar. “O governo Maggi nunca discriminou esta ou aquela cidade como aconteceu em governos anteriores”, bateu. “É um discurso vazio, jamais falamos isso. Para nós independe de quem está no comando. O governo Maggi governa para todos não para alguns como foi no passado. A prova disso é que nunca mais se falou na divisão do Estado”. “Governamos para todos e não para poucos”, rebateu

domingo, 2 de novembro de 2008

Brasil precisa garantir crédito até junho de 2009 para conter crise.


O governo brasileiro precisa garantir linhas de créditos para os principais setores da economia até junho de 2009 se quiser conter a amplificação da crise financeira, que assola o mundo e que pode contaminar, com mais intensidade, setores essenciais pra economia como o agronegócio, indústria, produção mineral e as exportações.

A avaliação foi feita pelo governador Blairo Maggi, agora há pouco, em entrevista exclusiva para o Olhar Direto, que se reúne amanhã com os secretários de Estado a fim de "sintonizar as prioridades de governo" para os últimos dois meses de 2008.

"Vai ser o discurso de sempre de apertar os cintos, conter gastos etc, mas com uma preocupação: entender a crise e seus reflexos na economia estadual em cada setor", assevera Maggi, ressaltando que acredita no efeito positivo das medidas anunciadas pelos governos dos países mais atingidos pela crise e pela equipe econômica do presidente Lula.

"Com as comunicações intensas, globalizadas e praticamente on line, as medidas anunciadas pelos Bancos Centrais e pelos governos dos países devem ter efeito mais rápido, ao contrário do que ocorreu em 1929, quando a comunicação era precária e demorada", pondera.

E a preocupação, o ceticismo e o otimismo do governador, apesar da ambigüidade, são pertinentes. Como empresário, observador político e perspicaz administrador público, Maggi sabe mais do que ninguém que todas as crises geram oportuinidades e os efeitos de qualquer crash financeiro terão maior ou menor reflexo, nas macro e micros economias, na mesma proporção das reações públicas e privadas.

No setor público, o governador quer que cada secretário faça um "diagnóstico setorial" e tenha, no mínimo, uma noção preliminar da crise financeira global. "Quero saber se podemos fazer mais economia ainda, porque estamos num cenário de crise e se pudermos ter sobras será melhor ainda", salienta.

Além disso, Maggi quer saber quais investimentos poderão não ser confirmados. "Todos os protocolos de intenção de investimentos precisarão ser rechecados diante do cenário atual", revela Maggi, endereçando sua recomendação: a Secretaria de Indústria, Comércio e Minas e Energia (Sicme).

"Um frigorífico que tinha um grande investimento praticamente confirmado, me comunicou que vai aguardar mais um pouco antes de confirmar sua intenção de vir para Mato Grosso. No mínimo, decidiu esperar para ver os reflexos da crise", acrescenta o governador ao observar que "ainda mantém o otimismo no potencial de Mato Grosso".

"Se linhas de crédito forem garantidas até o final deste mês para os produtores de algodão, que ainda não conseguiram se viabilizar, e até junho de 2009, de um modo geral, para os demais setores, não vamos sentir muito os efeitos da crise", vaticina Maggi.

sábado, 1 de novembro de 2008

Moro faz desafio ao prefeito de Cuiabá

Auro Ida
Da Redação
O secretário de Saúde de Mato Grosso, Augustinho Moro, desafiou o prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), a provar que o governo do Estado faz uma maquiagem nos repasses de recursos para o setor na Capital. "Ele tem que provar o que está dizendo". Mora informa que os dados estão do Sistema Integrado de Acompanhamento Financeiro(Siaf).

Moro disse que o governo Maggi não discrimina nenhum município, independente da questão política/partidária do prefeito. "Cuiabá sempre recebeu um tratamento do Estado de acordo com a sua importância", frisou. Segundo ele, mensalmente, o governo libera R$ 1,3 milhão para o Pronto-Socorro Municipal e R$ 1,5 milhão para manutenção de UTIs, além de colocar a disposição 380 servidores para a Secretaria Municipal de Saúde.

Agostinho Moro afirmou que é Cuiabá que não cumpre a sua parte como na manutenção do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). Ele explicou que o Estado banca integralmente o serviço, inclusive, 25% de contrapartida que seria da responsabilidade da Prefeitura de Cuiabá. Mesmo sem receber a ajuda, o governo não fica cobrando publicamente como vem fazendo o prefeito.

Maggi mexe no staff e prepara "jogadas de mestre" para 2010
Raoni Ricci e
Rubens de Souza
A promoção do tenente-coronel da Polícia Militar, Alexander Maia, de chefe de gabinete do governador para secretário-chefe da Casa Militar é a primeira mexida no tabuleiro do Executivo Estadual, mas vai afetar outras três pastas do governo Blairo Maggi (PR). Esta mudança, mesmo não confirmada por parte do chefe executivo estadual, visa as eleições de 2010 com a possibilidade de Blairo disputar uma das vagas de Mato Grosso no Senado Federal - ou até mesmo a vice presidência, tese que perdeu a força.

Preocupado com acomodação de alguns membros de seu staff, Maggi começou a traçar sua estratégia para fortalecer seu projeto político. Como em um jogo de xadrez o governador, no papel de “Rei”, está estudando seus pontos fracos e fortes buscando o melhor caminho para dar o xeque mate no próximo pleito. "O momento de tratar as questões políticas é agora" - defende um alto membro do escalão governamental.

Um dos melhores enxadristas de todos os tempos, o russo Garry Kasparov, da a dica. “É um jogo de estratégia em que você analisa o antes, o durante e o depois. Precisa estar com pelo menos três jogadas preparadas na cabeça. Com esses elementos a jogada final é só uma conseqüência”, ensina Kasparov.

Estrategista, o governador segue a dica do enxadrista russo. Em Mato Grosso o jogo começou e o tempo já está sendo marcado. Maggi tem na cabeça as suas próximas três jogadas de mestre para colocar em prática o seu plano para 2010.

Está tudo preparado, a expectativa agora é para saber em que momento o maior cacique do PR no estado vai aplicar suas jogadas. As mudanças no secretariado estadual devem acontecer ainda em 2008, aproveitando a ressaca das eleições municipais. No mais tardar, Maggi mexe no seu tabuleiro até o dia 15 de dezembro, com o tempo limite da jogada se esgotando. Isso porque no dia 17 de novembro o chefe do executivo estadual viaja para os Estados Unidos onde realizará palestras e terá uma pausa para pensar as próximas jogadas. Na Califórnia, em Chicago e Washington, o governador terá momentos de reflexão para dar seqüência às jogadas dos próximos dois anos. Dia dez de dezembro o “Rei” está de volta e o jogo recomeça a todo vapor.

Fora desse tabuleiro, mas sem andar muito longe, Maggi deve iniciar também sua reaproximação com os Democratas, importante parceiro no projeto dos republicanos. Essa reconciliação com a legenda passa pelo reencontro com o senador Jayme Campos, maior líder dos democratas, que apoio o prefeito Wilson Santos (PSDB) no segundo turno das eleições municipais de Cuiabá. Nos bastidores comenta-se o relacionamento foi rompido e será muito difícil uma volta por cima, mas tanto Maggi quanto Jayme sabem que a verdade é que precisam caminhar de mãos dadas rumo a 2010. A aliança faz bem para os dois, políticos e partidos. Antes de sua viagem, o governador se reúne com Mauro Mendes e os demais membros do PR